Página de exemplo

Qual é a diferença entre plugues de 10 A e 20 A?

Tentar ligar um aparelho na tomada, mas o plugue não ser compatível, essa situação lhe parece familiar?

Desde 2011, casos como esse se tornaram bastante comuns no Brasil. Isso porque desde então entrou em vigor no país um novo padrão de tomadas. 

Com o novo padrão composto por dois modelos, o de 10 amperes e o de 20 amperes, além do terceiro pino, a mudança oferece mais segurança na utilização de equipamentos elétricos em ambientes residenciais, comerciais e industriais. 

Mas, afinal, qual é a diferença entre plugues de 10 A e 20 A? Isso é o que você vai ver neste artigo. Boa leitura! 

Qual é a principal diferença entre plugues de 10 A e 20 A?

A maior diferença entre plugues de 10 A e 20 A é a amperagem, mas não é só isso.

No tamanho, as duas opções também são diferentes: os conectores das correntes de 10 A são menores e mais finos, já os da tomada de 20 A são um pouco maiores.

Sendo assim, os plugues e as tomadas de 10 A possuem 4 mm de diâmetro. Já os plugues de 20 A possuem 4,8 mm de espessura e precisam de um circuito elétrico específico. 

Embora a diferença de tamanho seja mínima, ela possui um grande impacto: um plugue de 20 A não pode ser conectado a uma tomada de 10 A. Isso acontece porque alguns eletrônicos necessitam de mais energia elétrica para funcionar. 

No entanto, lembre-se de que o contrário é permitido: um aparelho de 10 A funciona normalmente em uma tomada 20 A. Ou seja, qualquer eletrônico que necessite de uma corrente menor do que 20 A pode ser ligado em uma tomada de 20 A. 

Portanto, quando um equipamento precisa de uma carga maior de energia, são utilizados os plugues de 20 A. Quando necessita de uma carga menor, usa-se os de 10 A, como você verá a seguir. 

Diferença entre plugues de 10 A e 20 A: quando usar cada um?

Nos plugues de 10 A, a potência máxima permitida em 127 V é de 1.270 W, e para 220 V é de 2.200 W. Eles são utilizados para alimentar equipamentos de baixo e médio desempenho como:

  • carregadores de celular;
  • computadores;
  • eletrodomésticos;
  • televisores;
  • entre outros.

No caso dos plugues de 20 A, a potência máxima permitida em 127 V é de 2.540 W, e para 220 V é de 4.400 W. Eles são usados para conectar equipamentos que demandem uma carga de energia acima de 1.000 W, como:

  • ar-condicionado;
  • secador de cabelo profissional; 
  • secadora de roupa;
  • entre outros. 

Como saber qual é a amperagem correta?

Para saber qual é a amperagem correta, é necessário sempre consultar o manual de instruções do equipamento. 

Nunca utilize adaptadores para aparelhos que necessitem de 20 A em tomadas de 10 A, nem force a entrada do plugue na tomada. Lembre-se de que equipamentos de 10 A podem ser conectados em tomadas de 20 A, mas o contrário não. 

Assim, você evita o risco de curto-circuito e de queimar os aparelhos, mantendo a sua segurança e a das pessoas à sua volta.

Gostou deste conteúdo, mas não sabe onde encontrar plugues de 10 A e 20 A de qualidade? Conheça os nossos plugues de 10 A e 20 A, com a confiabilidade e a segurança que você merece e precisa.

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5 dicas para melhorar a gestão de projetos industriais

A correta gestão de projetos industriais é essencial para que uma empresa aumente seus lucros e gere resultados cada vez melhores. Uma gestão ineficiente pode acarretar em perda de tempo e dinheiro, trazendo prejuízos que nenhum gestor gostaria de obter.

Por isso, neste conteúdo, você vai conferir 5 dicas indispensáveis para melhorar a gestão de projetos industriais. Quer saber quais são? Siga a leitura! 

Como melhorar a gestão de projetos industriais

A gestão de projetos industriais pode se tornar mais eficiente ao seguir estes passos.

1. Faça um planejamento estratégico

O primeiro passo para melhorar a gestão de projetos industriais é fazer um planejamento estratégico. Ele é essencial para tornar os processos mais claros e eficientes, além de contribuir para tomadas de decisão mais assertivas.

O planejamento deve levar em consideração informações essenciais, como os resultados esperados, o tempo em que eles devem ser entregues e de que forma eles podem ser atingidos. 

Além disso, é importante que esses dados estejam sempre organizados. Neste caso, uma planilha de gerenciamento de projetos pode facilitar o acesso para o gestor e os demais colaboradores. 

2. Invista em conhecimento

Para uma boa gestão de projetos industriais, é preciso que o gestor tenha os conhecimentos necessários para o setor. Portanto, independentemente da área, é necessário se qualificar. 

Atualmente, existem diversas opções de cursos, inclusive on-line e gratuitos, que ensinam as boas práticas para uma gestão industrial eficiente. 

A aquisição de conhecimento fará o gestor entender melhor o mercado de atuação e os principais concorrentes, além de somar diferenciais para a empresa. 

3. Utilize a tecnologia ao seu favor 

Outro passo para melhorar a gestão de projetos industriais é investir em tecnologias que ajudem a otimizar o trabalho, reduzindo custos e aumentando a produtividade.

Um exemplo são os softwares de gestão que armazenam informações, gerenciam os gastos e automatizam ações burocráticas. 

Ou seja, com o uso de tecnologias, é possível otimizar o tempo e focar em outras atividades mais importantes para o gestor. 

4. Mapeie os gastos

Você realmente conhece os gastos da empresa? Mantenha essa informação sempre atualizada e considere desde os valores pagos para a compra de matéria-prima até os itens utilizados pelos colaboradores. 

Um controle consistente de gastos é fundamental para melhorar a gestão de projetos industriais, pois assim é possível mapear quais são os custos necessários e os desnecessários para a empresa.

5. Mantenha a equipe engajada

Pessoas engajadas são mais produtivas e entregam resultados melhores. Portanto, esse é um ponto importante que impacta na gestão de projetos industriais, já que ela envolve outras pessoas, mesmo que indiretamente.

Sendo assim, o gestor possui um papel importante de engajar a equipe, trazendo feedbacks positivos e oferecendo estímulos para que os profissionais se comprometam com as atividades e se sintam parte do projeto.

Gostou deste conteúdo e quer ver mais dicas como essas? Acompanhe o nosso blog e fique por dentro de todas as novidades.

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Chicotes elétricos para refrigeração: principais funções e aplicações

Os chicotes elétricos para refrigeração são um conjunto de cabos condutores com conectores injetados, sendo responsáveis por transportar a energia elétrica e os dados de transmissão a determinado equipamento.

Neste conteúdo, você vai saber qual é a função e quais são as principais aplicações dos chicotes elétricos para refrigeração. Confira!

Qual é a função dos chicotes elétricos para refrigeração? 

A principal função dos chicotes elétricos para refrigeração, como mencionado anteriormente, é ser um meio de transporte de energia elétrica e de dados de transmissão para que cheguem a determinados equipamentos, fazendo com que eles funcionem adequadamente.

Quais são as aplicações dos chicotes elétricos para refrigeração? 

Os chicotes elétricos para refrigeração possuem uma gama de aplicações. Eles podem ser aplicados em equipamentos com transmissão de dados seriais, de uso industrial ou residencial. 

Principais aplicações dos chicotes elétricos:

Alguns exemplos de aplicações são:

  • refrigeração industrial; 
  • equipamentos eletrônicos;
  • painéis elétricos em geral; 
  • aparelhos convencionais;
  • compressores.

No entanto, é necessário lembrar de que o correto funcionamento desses equipamentos está diretamente relacionado com a qualidade do chicote elétrico; por isso, é necessário escolher um fabricante de credibilidade.

Ou seja, para que os cabos elétricos de refrigeração sejam seguros e ofereçam alta durabilidade, é importante verificar se são fabricados de acordo com as normas técnicas vigentes.

Chicotes elétricos para refrigeração de qualidade é com a Delpi

Há 30 anos, a Delpi Conexões Elétricas é especialista em chicotes elétricos.

A empresa conta com duas unidades produtivas: a matriz, localizada na cidade de Jaraguá do Sul/SC, e uma unidade no Espírito Santo.

Com equipamentos de última geração e alta tecnologia, a Delpi possui grande capacidade produtiva que permite trabalhar com alto grau de eficiência.

Além disso, a Delpi é parceira de grandes empresas, atuando como fornecedor B2B por meio do parque fabril projetado para atender as grandes demandas com agilidade, flexibilidade e alta produtividade.

Clique aqui e acesse o site para conhecer os chicotes elétricos para refrigeração com a mais alta qualidade do mercado e entre em contato para orçar o seu projeto personalizado. 

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O que é cabo de força e para que serve?

O cabo de força é um cabo que conecta um dispositivo eletrônico na tomada. Ele serve para fazer com que o equipamento ligue e funcione corretamente.

Normalmente, um cabo de força possui duas pontas. Em um lado, há duas ou três aberturas para conectar na fonte do aparelho. No outro, estão os pinos que devem ser conectados na tomada de energia.

Ou seja, a ponta que possui as aberturas deve ser conectada na entrada de energia da fonte do aparelho, e, na sequência, basta conectar a ponta do cabo de força — que contém os pinos — na tomada de energia. A medida é responsável pelo correto funcionamento do eletrônico. 

No entanto, é necessário lembrar de que existem diferentes tipos de cabos de força e que eles podem funcionar em fontes com diferentes potências (110 volts ou 220 volts), conforme a voltagem do aparelho.

O que é um cabo condutor?

Um cabo condutor é formado por vários fios condutores que são entrelaçados. Por ser flexível, é possível movimentar o cabo e realizar várias dobragens sem que o fio quebre. 

Devido a essa característica, os cabos condutores são muito utilizados em circuitos elétricos, nos quais é necessária a ligação de duas ou mais partes.

Eles são muito utilizados em eletrodomésticos, por exemplo, já que estes produtos exigem maior resistência a dobragens. 

Como escolher um bom cabo de força?

Agora que você entendeu melhor o que é cabo de força, saiba que alguns cuidados são necessários na hora de escolhê-lo para evitar o superaquecimento que poderia danificar o próprio cabo, além de colocar o seu eletrônico em risco.

Uma dica, na hora de comprar, é verificar a qualidade do cabo de força, como, por exemplo, se os polos da entrada de energia do cabo são muito finos ou fracos, bem como analisar a credibilidade do fabricante do cabo. 

Além disso, é preciso determinar a espessura ideal do cabo de força a ser utilizado. Para isso, é preciso avaliar a quantidade de eletricidade que esse cabo terá que suportar. 

Conte com a Delpi Conexões Elétricas

Neste artigo, você viu o que é cabo de força e como escolher um, mas você também precisa saber qual é a melhor empresa para adquirir o seu cabo de força.

A Delpi Componentes é uma empresa especializada no fornecimento de soluções em conexões elétricas que trabalha com foco no setor eletroeletrônico para a produção de chicotes elétricos, chaves de ligação e cordões de força com plugues injetados.

A empresa possui uma sólida reputação de confiabilidade que é resultado dos 30 anos de atuação no desenvolvimento de soluções em conexões elétricas para diversos segmentos do mercado. 

Se você deseja obter soluções em conexões elétricas de alta qualidade e durabilidade e de uma empresa com credibilidade comprovada, conheça as soluções Delpi.  

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Quais são os tipos de plugues injetados?

Os chicotes elétricos para refrigeração são um conjunto de cabos condutores com conectores injetados, sendo responsáveis por transportar a energia elétrica e os dados de transmissão a determinado equipamento.

Neste conteúdo, você vai saber qual é a função e quais são as principais aplicações dos chicotes elétricos para refrigeração. Confira!

Qual é a função dos chicotes elétricos para refrigeração? 

A principal função dos chicotes elétricos para refrigeração, como mencionado anteriormente, é ser um meio de transporte de energia elétrica e de dados de transmissão para que cheguem a determinados equipamentos, fazendo com que eles funcionem adequadamente.

Quais são as aplicações dos chicotes elétricos para refrigeração? 

Os chicotes elétricos para refrigeração possuem uma gama de aplicações. Eles podem ser aplicados em equipamentos com transmissão de dados seriais, de uso industrial ou residencial. 

Principais aplicações dos chicotes elétricos:

Alguns exemplos de aplicações são:

  • refrigeração industrial; 
  • equipamentos eletrônicos;
  • painéis elétricos em geral; 
  • aparelhos convencionais;
  • compressores.

No entanto, é necessário lembrar de que o correto funcionamento desses equipamentos está diretamente relacionado com a qualidade do chicote elétrico; por isso, é necessário escolher um fabricante de credibilidade.

Ou seja, para que os cabos elétricos de refrigeração sejam seguros e ofereçam alta durabilidade, é importante verificar se são fabricados de acordo com as normas técnicas vigentes.

Chicotes elétricos para refrigeração de qualidade é com a Delpi

Há 30 anos, a Delpi Conexões Elétricas é especialista em chicotes elétricos.

A empresa conta com duas unidades produtivas: a matriz, localizada na cidade de Jaraguá do Sul/SC, e uma unidade no Espírito Santo.

Com equipamentos de última geração e alta tecnologia, a Delpi possui grande capacidade produtiva que permite trabalhar com alto grau de eficiência.

Além disso, a Delpi é parceira de grandes empresas, atuando como fornecedor B2B por meio do parque fabril projetado para atender as grandes demandas com agilidade, flexibilidade e alta produtividade.

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Como calcular a capacidade de corrente por bitola de cabo?

Quando se trata da capacidade de corrente por bitola de cabo, as dúvidas são muitas. Afinal, nem todos os eletricistas sabem como realizar o dimensionamento correto dos condutores elétricos. 

Se é o seu caso, não se preocupe, pois vamos explicar tudo neste conteúdo. A seguir, você vai entender como calcular a capacidade de corrente por bitola de cabo. Confira! 

Entenda a importância da capacidade de corrente por bitola de cabo

Antes de entender como calcular a capacidade de corrente por bitola de cabo, é primordial entender sua importância. Escolher a bitola correta dos condutores de acordo com cada circuito é essencial para uma instalação elétrica de qualidade. 

Isso porque o mau dimensionamento dos condutores e o aquecimento dos cabos e dos eletrodutos podem afetar a eficiência da instalação e aumentar o risco de incêndios, por exemplo.

Além disso, o tipo de equipamento precisa ser levado em consideração ao calcular a bitola, pois, se forem instalados materiais com bitolas menores do que as indicadas, podem ocorrer sobrecargas no sistema elétrico. 

Veja como calcular a capacidade de corrente por bitola de cabo

Agora que você já entendeu por que é importante considerar a capacidade de corrente por bitola de cabo, veja como fazer o cálculo. 

O primeiro passo é verificar a quantidade total de cargas, os respectivos circuitos e a potência total dissipada pela instalação.

Após isso, para selecionar a bitola do condutor, é preciso considerar a distância do QDC até onde  liga a carga, a temperatura e a corrente que passa pelo condutor.

Cada equipamento elétrico e eletrônico dissipa determinada potência. Para descobrir qual é a corrente que passará pelo condutor, basta levar em consideração que a relação entre a potência e sua tensão de alimentação é o que vai estabelecer o valor da corrente elétrica.

A norma NBR 5410 estipula seções mínimas dos condutores para cada circuito da instalação. São elas:  

  • circuitos de iluminação: mínimo 1,5; 
  • circuito de cargas: mínimo 2,5; 
  • circuitos de sinalização e controle: mínimo 0,5. 

No entanto, vale destacar que esses valores são exigências mínimas. Isso quer dizer que há casos em que não podem ser utilizados cabos com bitolas inferiores.

Abaixo, você confere o uso indicado de bitolas com correntes máximas:

Gostou de entender melhor a capacidade de corrente por bitola de cabo e deseja conferir mais conteúdos como este? Acompanhe o nosso blog.

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